Acha que conhece o Presidente da República?

“Quanto mais sabemos sobre quem foi Cavaco Silva, menos sabemos quem realmente é”, afirma o autor Frederico Duarte Carvalho em Cavaco Versus Cavaco, livro que estará à venda a partir de 19 de julho, data simbólica na carreira política do atual Presidente da República, que ostenta no seu currículo três mandatos enquanto primeiro-ministro e outras duas vitórias em eleições presidenciais.

Untitled“Quanto mais sabemos sobre quem foi Cavaco Silva, menos sabemos quem realmente é”, afirma o autor Frederico Duarte Carvalho em Cavaco Versus Cavaco, livro que estará à venda a partir de 19 de julho (15,98€), data simbólica na carreira política do atual Presidente da República, que ostenta no seu currículo
três mandatos enquanto primeiro-ministro e outras duas vitórias em eleições presidenciais.

Foi a 19 de julho de 1987 que Cavaco Silva conquistou a sua primeira maioria absoluta e, 25 anos depois, Frederico Duarte Carvalho analisa “todas as polémicas e factos escondidos/esquecidos sobre o político mais influente da democracia portuguesa”.

O autor investigou artigos, notícias, entrevistas e declarações públicas reveladoras das contradições e da personalidade de Cavaco Silva ao longo da sua carreira como político, que começou no dia em que se filiou no PPD, a 7 de julho de 1974. Uma data que a maioria dos portugueses desconhece e um facto omisso na autobiografia de Cavaco Silva. Talvez por se tratar de um domingo, dois dias antes de Sá Carneiro se demitir do I Governo Provisório em solidariedade com o então primeiro-ministro Adelino da Palma Carlos.

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“Desde que foi eleito Presidente da República pela segunda vez, a 23 de janeiro de 2011, que Cavaco Silva não precisa de concorrer a mais eleições. Já não precisa de agradar a eleitores. Não se pense que virá a ter a mesma atividade política de Mário Soares quando abandonar Belém. Podemos, finalmente, comprovar que Cavaco Silva é hoje o produto de um percurso político pouco conhecido publicamente e que é anterior à sua chegada a líder do PSD, em maio de 1985. Já estava tudo escrito sobre a sua personalidade. Não podemos dizer que não fomos avisados sobre quem ele era. Este livro vai a desmontar o mito que ele próprio criou”, afirma Frederico Duarte Carvalho.

Para além das mais conhecidas e recentes polémicas, ficaremos ainda a conhecer factos que Cavaco Silva omitiu na sua autobiografia política como, entre outras:

  • As críticas, em 1980, feitas por Sousa Franco, que fora líder do PSD e ministro das Finanças imediatamente anterior a si.
  • As palavras de Pinto Balsemão quando Cavaco não aceitou continuar no governo após a morte de Sá Carneiro.
  • O conteúdo da carta aberta contra Pinto Balsemão, escrita juntamente com Eurico de Melo, e que lhe valeu, dentro do PSD, a acusação de “traidor”.
  • O escândalo das benesses do Banco de Portugal, pouco depois de ter sido eleito líder do PSD e que envolvia a oferta de uma viatura para serviço pessoal. Possivelmente, a mesma viatura na qual diz ter ido fazer a rodagem ao congresso da Figueira da Foz.
  • O escândalo do tráfico de armas que ficou esquecido graças à moção de censura que lhe deu depois a primeira maioria absoluta em 1987
  • O “Tabu” e a polémica das obras em sua casa, em novembro de 1994, e a acusação de difamação colocada por um jornalista e que obrigou Cavaco a ir prestar declarações como arguido.
  • “A traição a Fernando Nogueira e a armadilha a Santana Lopes”.
  • As ligações com o BPN antes de ser candidato a Presidente da República.

Venha conhecer e ouvir Frederico Duarte Carvalho no dia 20 de julho, às 19h00, na Fnac do Chiado. O livro será apresentado pelo jornalista Rui Costa Pinto.

Convite Cavaco versus Cavaco

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